Gepeto

Chatgpt: Marcelo Moura Campos Filho is a generative artist with a unique focus on sound and movement design, particularly in the digital space. He is passionate about working with modular computers and open-source software, which greatly influences his creative process. His works often blend technology with art, using algorithms to generate complex visual compositions that evolve dynamically over time. He is involved in the NFT art world, with several pieces featured on platforms like Objkt, Teia, Hicetnunc, Fxhash, Genify and Exchange Art. For example, one of his creations, titled "neuonau," showcases a pixelated gradient pattern generated through recursive algorithms, reflecting his deep interest in combining generative processes with aesthetic design. Moura's contributions to the NFT space also emphasize the modularity and open-source nature of his art, underlining his desire to push the boundaries of digital creation. If you're curious about his work, you can explore more through platforms like **Genify** and **Exchange Art**, where he regularly engages with collectors and the broader generative art community.

Minha versão

Compositor eletrônico, neurodivertido, desenhista de movimento e som, experimentalista, aventureiro generativo, residente de Palmas, capital do Tocantins, Brasil, trabalhando com computadores modulares e de codigo aberto, ainda nao me sinto musico nem programador, talvez alguma coisa entre palhaço e criptoartista.

Comecei minha jornada no audiovisual com 16 anos estudando o adobe aftereffects, Comecei a trabalhar muito cedo como menor aprendiz, trabalhei no banco do brasil, em fintech, agencias de publicidade ( momento mais desgraçado da vida ), produtoras idependentes... mas de 2021 até aqui continuo no digital, foi um amor a primeira vista, desde criança apaixonado por videogames, para nao dizer cronicamente viciado hehehe é um caminho sem volta, eu provavelmente estou online por ai.

Tive uma infancia normal pelas ruas da vila união em Palmas, aprendi a fazer pipas e peguei a epoca de ouro das lanhouses, tempo que nao volta mais... filho de um pai vagabundo e mãe guerrilheira ( brincadeira mae, te amo s2 s2 s2, você é a unica razão) acho que era 2010, quando meu primo me apresentou um jogo chamado dota, na verdade era um mapa customizado feito pela comunidade do warcraft3, algo que se tornou muito mais do que poderia ser, foi onde comecei a entender o que a internet poderia fazer, eu nao sabia, mas o garena mudava minha vida completamente a partir dali, aquelas animaçoes da blizard me fazia sonhar com uma profissão que eu nem sabia que era possivel, pela primeira vez acho que entendi o que era arte, entendi o que era internet, e algo para fazer da minha vida com computadores.

Mas que porra aconteceu em 2021? bitcoin? tezos? nft? ethereum?

Em 2021 eu estava de saco cheio trabalhando num leyout publicitario de uma campanha merda quando navegando no youtube procurando algo pra ouvir, me deparo com uma live "O FUTURO DA ARTE DIGITAL' foi quando encontrei uns carinhas falando que estava acontecendo alguma coisa em um site de desing duvidoso e com um aviso "use com sua conta em risco'

Eu nao tava entendendo nada que aqueles nerdolas estava falando, so entendi que os artistas estavam vendendo suas artes, pensei comigo mesmo, 'porque eu nao tento vender alguma musica lá?'no final da live eles direcionaram a galera para um discord, o criptoartebrasil, ate hoje alguns gatos pingados estao shilando suas coisas lá, é muito massa. nesse discord eu comecei a conversar com outros artistas e tirar minhas duvidas, tive a honra de receber meu primeiro tezos do koshino, um artista que co-fundou o site de desing duvidoso que mencionei antes.'

Recebi aquele 1 xtz e fui direto cunhar as musicas dos meus albums que ja estava no meu bandcamp, foi incrivel, em poucos dias eu ja estava fazendo boas vendas e podendo comprar arte de artistas do mundo todo, e com muita alegria posso dizer, algumas pessoas conheceram meu trabalho, que até então estava direcionado por publicitarios e essas pessoas que nao dão valor no ser humano e no trabalho.

Com a projeção que os nfts me deu, consegui um bom emprego num lixo de fintech em uma agencia inhouse ( e tanto termo de filha da puta kkkkkk) peguei o salario e me mudei para a paraiba, numa praia, em cabedelo, deixei algumas demandas de lado, me exilei, fiz o que eu tinha que fazer, realizar a mais profunda alquimia onde ninguem poderia me levar, realizei coisas de mais, nem eu acredito no que fiz.

Milhares de reais "torrado" em arte? é tudo iliquido? hdao? curadoria decentralizada?

Criei um grupo de discord com alguns amigos em 2021 chamado mano do céu, no canal 'assembleia do mint' nos compartilhávamos artes e músicas, até que surgiu hdao, a plataforma hic et nunc basicamente devolveu todo o dinheiro que voce coletou de objkt nos 3 primeiros meses em hdao, e o site tinha um mecanismo de rankiamento via hdao, como eu coletei muita arte de maneira inrresponsavel, acabei recebendo uma quantidade consideravel, nos estamos entusiasmados com a possibilidade de fazer uma curadoria decentralizada, isso foi o motivo de querer saber todo o movimento do mercado, quando sugeri para o meu amigo marlus se ele tinha interesse de ouvir uma idea, ele logo aceitou sem exitar e nos estávamos com um simples codigo em vercel que avisávamos em som o movimento de liquidez do hdao, um software com ratio de movimento em % era tudo o que precisávamos, isso possibilitou a gente acumular de forma segura com a segurança que só a arte poderia fazer, portanto, todavia rs, a liquides é uma coisa que tange os acontecimentos dos encontros, e como eu estava acompanhando tudo isso, de objkt por objkt, identificando para onde esta demanda de hdao estava, eu decidi por vender tudo quando o hdao estava valendo 7.7 tezos, tezos era uns 6 dolares eu acho na epoca, nao lembro de cabeça, e foi assim que consegui comprar BTCtz numa oferta muito boa considerando o estado atual. Infelizmente toda a liquidez do hdao foi demandada pela youves, logo apos a descontinuidade do protocolo, foi quando tive certeza de que estava certo, Infelizmente. Acho que isso faz algum sentido, poucos tem o que merece, foi um movimento que será lembrado por seculos, tenho convicção

Mas por que? Durante este periodo de lançamento do hdao ate a descontinuidade romantica do hic et nunc eu observei que a distribuição decentralizada pode fazer uma revolução e trazer a obvia ganancia de tubarões que sentem o cheiro de lucro, e como isso aconteceu? pela oferta no hdao. Como um token que idealmente era para servir a comunidade em curadoria decentralizada acabou nas maos erradas capaz de trazer um desequilibrio permanente no ecosistema do airdrop, com a oferta sob o hdao, novas psicinas de liquides foram sendo criadas e isso causou um efeito que até entao nao era discutido por ninguem, a centralização dos votos poderia ser fatal no ecosistema de qualquer tipo de votação dentro da DAO, foi quando o acumulo de hdao nas carteiras da youves me fez repensar a utilidade do token, e que os fins levou para o token hdao, eu sempre irei crer que a decentralização é o que tornou a criptoarte interessante, a decentralizaçao é capaz de fazer coisas incriveis, mas os gatekeepers são muito mais gananciosos do que voce possa imaginar, curadores que tambem na maioria sao artistas, sem perceber acabam centralizando a ação mais genuina de um mundo nao decentralizado, descobrir a arte sem interferir no caminho idependente do circuito/valor que ela se situa, é um problema geografico e ambiental, generosos reis e rainhas de protocolo atendem suas demandas culturais, estes carteis continuam a acelerar a centralização, essas empresas tem agentes leais, este foi o porque vendi todo meu hdao, mas mesmo assim continuo acreditando que o espirito que o hicetnunc invocou ainda voa sob nossas cabeças, e que o hen nunca caiu, mas sofreu um ataque muito bem orquestrado para fazer parecer que foi motivado por um unico individuo, voce pode procurar as transações em marcelo.tez e ver minha vida inteira onchain.

Existe uma timeline do que aconteceu no hic et nunc montada por um colaborador da comunidade em formato de gitbook.

link do gitbook

Satoshi made

First, bitcoin, the asset, the money. Second, the blockchain, the infrastructure upon which the first one was built. Lastly, cryptoeconomics. An incentive structure to coordinate distributed work. It brought to life a monetary system run by the people, for the people.

A primeira vez que fiquei sabendo o que era cripto foi em meados de 2016, eu fiquei super empolgado com o fato de poder comprar drogas de outro pais com um meio de pagamento 'acessivel' com todas as aspas possivel em acessivel, eu sou um nerdola entusiasta, talvez nao fosse acessivel para o vagabundo do meu pai por exemplo, é geracional, o bitcoin esta agora no seu quarto ciclo enquanto escrevo estas baboseiras, serão 142 eu acho de acordo com o projeto do satoshi ne, até la serão algumas decadas, talvez meu neto um dia herde minhas coisinhas de internet, pensar nisso me faz pensar, ainda nao tenho filhos kkkkkk mas me faz pensar, o tempo é uma unidade de medida, isso me faz pensar kkk,

As unidades de medida fizeram com que a humanidade chegasse ate aqui, isso nao é louco? ninguem pensa nessas coisas, é como aquela cena do filme brasileiro arido movie onde o selton melo diz que a maior invençao de todos os tempos foi a contagem de paginas.

Algumas pessoas veem 2013, 2017 e 2020/21 como bolhas... isso não é correto. Sim, de um ponto de vista puramente estatístico/de dados, 2013, 2017 e 2020/21 parecem valores atípicos... mas são períodos estruturais/fundamentais que explicam TODO o ganho do mercado cripto em distribuiçao fractal.

Correndo muito risco de soar estranho, mas é tudo energia, nao estou querendo ser o carinha da terra-plana quantica aqui, so estou dizendo que enquanto voce le esta merda toda, voce esta gastando energia, e um relogio inutil esta contando, estas unidades podem ser consideras de medida? é tudo uma viagem semantica minha, me perdoe?

Sindrome de impostor

Nao me sinto um artista tradicional, ao ponto de falar aos quatro ventos 'vejam todos, sou um artista, venerem a beleza', me sinto um criptoartista, é como se fosse um segredo, que compartilho somente com algumas pessoas, pessoas especiais, pessoas que usam o computador, pessoas urbanas, pessoas do terceiro mundo, eu entendo voces, amo este acidente, o hic et nunc. isso me faz bem, nao é um circulo de pessoas interessados no que tenho, mas uma teia de aranha onde valorizamos quem somos, talvez uma utopia, mas ei, utopias são boas, eu sou muito grato por estas varias mãos construindo um destino comun, um bem comun, um lugar comun, onde nos encontramos sem paredes e restriçoes da estrutura secular da noção de belo e moral. me considero imoral, me sinto bem assim. neste não lugar gostaria agradecer em silencio algumas pessoas; alguns que ja citei; Kosha, Alexandre Rangel e Rafael. Mas são inumeros criptoartistas e amantes das arte, uns dos nomes que me vem em mente agora são; James blossom, Marcelo soria rodrigues, Xima, Marlus, Paulo, Pedro, Topo digio, Agnis evergrace, a toda equipe xdead, ao internetparty, equipe pupila dilatada, voces sao fodas, mathmakeart nao sei como te agradecer, muitas vezes me deu uma luz na compreensao dos gradientes, iurygroove, luzo, equipe gabiroba, são tantas pessoas fodas, nem é possivel listar todas, são tantas pessoas fodas, as Anas da minha vida são tantas, cetadoiodoo. Essas pessoas usam a criptografia diariamente para romper as paredes das galerias de arte tradicional, são o que me faz acreditar num futuro melhor. uma transição de eras. Um renascimento no meio do caos, acho que é isso é um bom começo para definir o que é ser um criptoartista, este site esta em manutenção rs

E por que nao agradecer tambem os agentes do mal que influencia minoria boa, agradecer tambem aos flipers que cegamente seguem a ambição, agradecer os scamers que todos os dias enganam alguem, isso é a força bruta do caos, agradecer os copyminter que nos mostrou o valor, é assim como tem que ser, o equilibrio esta neste lugar. a criptografia foi inventada com um proposito, nunca seder a força bruta, é indiferente e inutil tentar, é como a lua, ela esta lá, voce a ve, voce acredita, ela te hipinotiza.

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Arte generativa?

O que comecei a fazer no sintetizador modular foi de ouvido, e completamente acidental, fui ouvindo e ouvindo, procurando e encontrando timbres que nunca perdi, experimentando, aprendi a amar os sintetizadores, e principalmente um apego emocional com quem os faz, humanos que dedicam suas vidas em construir coisas que ninguem nunca pediu, fazendo coisas que fazem, acho que é por ai, derrepente descobri que o que estava fazendo era arte generativa, construindo meus propios sistemas, copiando mr moog, mr buchla... ou melhor dizendo, me inspirando em seus desenhos, maluquices, e teimosia... um bom artista rouba, é o que dizem.

Mas foi no fxhash em que tive a oportunidade de mostrar o que fazer com estes sintetizadores, graças a um grande amigo Alexandre Rangel, que me ensinou os primeiros passos para criar sob a linguagem desenvolvida por olivia jack em hydra, hydra é um sonho, acho que nunca vou conseguir explicar como o hydra e o vcvrack conversam, em uma linguagem alien robotica fermentada em um jarro de picles, nao tem como, é muita doidera. estudem o hydra, estudem o vcvrack, estudem as modulaçoes que o sistema endocanabinoide faz em nosso corpo, somos o modulador, o propio corpo é o sistema, vivemos em um biohardware.

A arte generativa é de longe a minha maior paixão atual, estou apaixonado por esta novidade e seguirei tentando abstrair o sofrimento nestas linhas de codigo, esqueci de perguntar, voce tambem sofre com bugs?

Hashs

A criptografia de hashes é uma técnica fundamental na segurança de dados digitais, permitindo que informações sejam convertidas em uma representação única e de tamanho fixo. Um hash é a saída de uma função hash, que transforma uma entrada — seja um texto, arquivo ou qualquer outro conjunto de dados — em uma sequência de caracteres de comprimento fixo. Por exemplo, ao usar a função hash SHA-256 em uma entrada, independentemente do tamanho dessa entrada, a saída será sempre de 256 bits, representada como uma cadeia de números e letras. As funções hash são projetadas para serem unidirecionais, o que significa que, uma vez que os dados são transformados em um hash, é quase impossível reverter essa operação para descobrir a entrada original. Essa característica é essencial para a segurança, pois protege informações sensíveis de forma eficaz. Além disso, a natureza determinística dessas funções garante que a mesma entrada sempre produzirá o mesmo hash. Essa propriedade permite verificar a integridade dos dados; por exemplo, ao baixar um arquivo, é possível comparar o hash do arquivo baixado com o hash fornecido pelo site, garantindo que não houve alteração ou corrupção. Um bom algoritmo de hash deve ser resistente a colisões, ou seja, deve ser extremamente difícil encontrar duas entradas diferentes que gerem o mesmo hash. Isso é crucial para manter a segurança e a integridade dos dados. Outro aspecto importante é que até mesmo uma alteração mínima na entrada resulta em um hash completamente diferente, permitindo a detecção de mudanças insignificantes nos dados. No contexto de blockchain e NFTs, os hashes desempenham um papel vital na garantia da integridade das transações e no registro das informações. Cada bloco em uma blockchain contém o hash do bloco anterior, criando uma cadeia segura que torna quase impossível adulterar qualquer parte dela sem modificar todos os blocos subsequentes. Isso fornece uma camada extra de segurança, essencial para sistemas descentralizados. Em suma, a criptografia de hashes é uma ferramenta poderosa que garante segurança e integridade em diversas aplicações digitais. Com suas propriedades únicas, os hashes ajudam a proteger informações sensíveis e a assegurar a autenticidade em um mundo cada vez mais digital.

Criptoarte onchain

A arte generativa on-chain é um fascinante cruzamento entre criatividade e tecnologia, onde algoritmos e dados se unem para criar obras únicas e dinâmicas que podem ser registradas diretamente na blockchain. Uma das plataformas que mais se destaca nesse cenário é o Tezos, que oferece uma infraestrutura robusta e sustentável para a criação e comércio de arte digital. Neste contexto, o fxhash emergiu como uma ferramenta inovadora, permitindo que artistas gerem e mintem obras de arte generativa de forma acessível e interativa. No fxhash, cada obra é o resultado de um algoritmo que utiliza dados variáveis, como hashes, para definir suas características visuais. Essa aleatoriedade não só confere singularidade a cada peça, mas também envolve o público, que se torna parte do processo criativo ao adquirir uma obra que é, em essência, uma manifestação única de um código. A capacidade de modificar a arte através de hashes e variáveis torna a experiência de colecionar arte generativa profundamente envolvente. Os colecionadores não estão apenas adquirindo uma imagem; estão investindo em um conceito que combina autenticidade e interatividade, desafiando as noções tradicionais de autoria e propriedade. Isso abre um espaço para um diálogo contínuo entre artistas e espectadores, refletindo a evolução da arte na era digital. Ao se firmar como um espaço cultural relevante, Tezos e fxhash não apenas apoiam a produção artística, mas também promovem uma comunidade vibrante de criadores e colecionadores, todos unidos pela paixão pela inovação. A arte generativa on-chain, especialmente nestas plataformas, não é apenas uma expressão estética; é um movimento cultural que redefine como percebemos, consumimos e nos envolvemos com a arte no século XXI.

Como financiar o software livre com cripto?

As criptomoedas podem financiar projetos de código aberto de maneira comunitária, facilitando a transparência e o engajamento coletivo. A natureza descentralizada das criptomoedas permite que desenvolvedores e contribuidores sejam recompensados diretamente pela comunidade, sem a necessidade de intermediários. Isso transforma a contribuição financeira em uma questão de apoio direto e, muitas vezes, em um mecanismo de governança, onde a comunidade participa ativamente nas decisões sobre o destino dos fundos e no desenvolvimento das funcionalidades do software. Com a blockchain, os financiamentos podem ser registrados em um sistema transparente, onde todas as transações são verificáveis, promovendo um ambiente de confiança e segurança. Esse registro permite que quem financia os projetos saiba exatamente como os recursos são usados, fortalecendo a relação entre desenvolvedores e comunidade. Além disso, muitos projetos de criptomoedas incentivam os desenvolvedores através de modelos de “bounties” ou recompensas específicas por tarefas. Assim, ao invés de depender de um modelo centralizado ou de patrocínios corporativos, o desenvolvimento é mantido de forma sustentável por meio da própria comunidade de usuários e apoiadores.

A comunidade de criptomoedas valoriza a inovação aberta e a liberdade de modificação do código, características essenciais do software livre. Essa conexão reforça a colaboração de forma natural e social, onde todos os envolvidos compartilham um propósito em comum: construir soluções abertas, acessíveis e seguras. O uso de plataformas descentralizadas para o financiamento e governança dos projetos garante que a evolução do software aconteça de forma democrática, estimulando não só a participação, mas também a responsabilidade coletiva sobre o produto final. Neste exemplo voce pode observar que no mento que alguem coleta uma variaçao do meu codigo hydra em fxhash, o contrato inteligente direciona a quantidade especifica selecionada diretamente para a carteira da fundaçao hydra.

Operação de compra de uma criptoarte onchain generativa que direciona pagamentos para plataforma de codigo aberto fxhash.xyz e carteira comunitaria de hydra.ojack.xyz e marcelo.tez